Hoje, 15 de Fevereiro é lembrado Dia Internacional da Criança Com Câncer. A data foi criada em 2022 pela Childhood Câncer Internacional CCI), com o objetivo de conscientizar sobre o câncer Infantojuvenil e fortalecer o apoio às crianças e adolescentes que lutam contra a doença. Segundo Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil são diagnosticados cerca se 8.300 novos casos de câncer por ano, destes, 82% conseguem a cura, mas para isso, a importância do diagnóstico precoce, o papai e a mamãe, tem que ficarem atentos aos sinais e sintomas do câncer infantojuvenil, em caso de suspeita procurar imediatamente um pediatra que solicitará os exames e caso confirmado iniciar imediatamente o tratamento.
Mas quais são os sinais e sintomas? Perda de peso inexplicada, dores de cabeça acompanhadas de vômitos, aumento do inchaço ou dor persistente nos ossos ou articulações, inchaço do abdômen, hematomas, sangramentos pelo nariz ou gengivas, febre de cerca de 8 dias, aumento do volume dos olhos, sangue na urina. Esses são alguns dos sinais e sintomas do câncer infantojuvenil.
No último dia 10/02, foi aprovado pelo Senado Federal o Projeto de Lei n 3921/2020, de autoria do Deputado Federal Bibo Nunes, que tem como objetivo aumentar os índices de sobrevida, reduzindo a mortalidade e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes com Câncer no Brasil. Agora só falta a aprovação do Presidente da República.
"Toda Lei, é sempre bem vinda e quando está relacionada a garantia de tratamento a saúde, principalmente. Espero que não seja só mais uma Lei para não ser cumprida, pelos órgãos competentes em dar está garantia aos pacientes. É inadmissível que nos tempos de hoje o Estado não garanta um tratamento de qualidade para os pacientes oncológicos", explica o Gerente de Relações Institucional do GACC, Fred Gomes.
Gomes ainda finaliza dizendo que a falta de medicamentos é recorrente e há falta da assistência do Estado e dos municípios em realização de exames importantes para o diagnóstico e continuidade do tratamento, humanização passa longe.
"As políticas públicas tem que funcionarem para que o tratamento seja mais positivo, com isso o índice de mortalidade diminuía e muitas crianças e adolescentes tenham o direito de lutar pela vida com dignidade, e que está luta seja só contra o câncer e não contra um sistema que chega desumano aumentando as chances da doença avançar, levando o paciente a morte. É preciso que a sociedade faça uma reflexão neste dia, se somando as lutas do paciente com câncer infantojuvenil, chamando a atenção dos nossos governantes para as dificuldades enfrentadas pelas crianças e adolescestes que são acometidas pela doença e precisam ter seus direitos garantidos pela constituição e Leis que já foram aprovadas e que precisam colocar em prática para que tenham a oportunidade de encarar a doença com menos dor e mais esperança", finaliza.
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